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Visita ao Inhotim

No dia 27/04 minha turma visitou o Inhotim, um museu de Arte Contemporânea a céu aberto.

Galeria escolhida: Galeria da Fonte com a exposição “O Mundo é o Teatro do Homem” sobre a obra do dramaturgo e ativista Abdias Nascimento. 

1. Observar aspectos que tornam a obra mais ou menos contemplativas/interativas: No geral, considero a obra contemplativa porque o expectador não pode tocar em nada exposto, tem muitos textos e vidros de proteção. A maior parte são textos grandes (o que não convida muito você para ler). Por outro lado, as cortinas são uma parte convidativa porque instiga o visitante a entrar para ver o que tem dentro, gera curiosidade. Do lado de dentro da cortina opaca são passados vídeos divididos em “atos” que proporcionam maior integração do expectador com a obra apresentada, já que músicas e um ambiente confortável são disponibilizadas ao longo da curta metragem.

2. Relação da Obra com o prédio: A transparência foi levada pra todo o espaço interno e externo. O tom de marrom das cortinas conversaram com os painéis internos. 

3. Percursos internos do prédio: A disposição das partes de leitura levam o expectador a percorrer todo o espaço. Os dois “teatros” inseridos no espaço ficam em lados opostos da galeria e são totalmente fechados, o que nos leva a transitar de uma extremidade a outra. 

4. Contexto da Galeria com o Inhotim: O percurso até o prédio é muito natural, repleto de plantas que constituem um jardim visto ao longo de todo o museu. O pilotis do prédio integram o ambiente interno e externo. O vidro também tem essa função. O prédio não é visto de longe, enquanto você vai andando você o descobre. Tem um espaço com mesas do lado de fora, um ponto positivo para quem procura trabalhar ou até mesmo descansar com os amigos, esse é um ponto que atrai muitas pessoas para a galeria! 

5. Sobre a Obra: O tema era Teatro Oprimido, e é mostrado no vídeo a integração de pessoas negras nesse aspecto artístico até então elitizado e branco. Quando acabou a escravidão o teatro do oprimido foi uma forma de integrar essas pessoas negras na esfera artística.








Desenho do lado interno:

Desenho do lado externo: 










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     Meu nome é Bianca Campos Alves, tenho 18 anos e sou natural de Belo Horizonte. Desde muito nova eu sou apaixonada por programas televisivos de decoração de interiores e sempre me chamou muita atenção o campo da construção civil. Com o tempo, passei a me interessar por outras áreas e disciplinas, o que me gerou muita dúvida do caminho a seguir na minha vida estudantil. Escolhi cursar Arquitetura e Urbanismo pelo leque de opções abrangidas pelo curso e, também, pelas habilidades exigidas desse profissional.  O blog foi criado com o intuito de compartilhar meus projetos desenvolvidos na disciplina de AIA (Ateliê Integrado de Arquitetura). Aqui estará exposta um pouco da minha evolução como acadêmica.

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